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sábado, 22 de agosto de 2020

Alvo de delegado da PF, Sleeping Giants vai à fonte para minar financiamento de Olavo de Carvalho

A matéria abaixo, publicada na edição brasileira do El País, é de autoria do jornalista Breiller Pires

Incômodo para o bolsonarismo, perfil foi investigado, mas inquérito acabou arquivado pela Justiça. Movimento trava agora batalha contra patrocínio digital do mentor da família presidencial

 

São Paulo - 18 AGO 2020

“Desmonetizar” é um verbo que passou a frequentar o vocabulário do debate político desde que o Sleeping Giants, movimento que expõe empresas que financiam sites de extrema direita e notícias falsas por meio de anúncios, chegou ao Brasil há exatos três meses, provocando incômodo em setores influentes bolsonaristas e motivando até um breve e controverso inquérito da Polícia Federal, cuja existência foi revelada nesta terça-feira pelo The Intercept Brasil. Na Internet, o conceito de desmonetização significa tirar dinheiro de propaganda automática das páginas, mas, para o perfil que alerta anunciantes sobre publicidade em espaços de desinformação, a palavra tem representado a ação mais efetiva para desidratar redes disseminadoras de ódio e mentira, a exemplo da encabeçada pelo maior guru do Governo Bolsonaro, Olavo de Carvalho.

Terceiro alvo da versão brasileira do Sleeping Giants, o site Brasil Sem Medo foi criado no fim do ano passado pelo escritor, mentor intelectual do bolsonarismo, definindo-se como “o maior jornal conservador do país”. Em março, quando a pandemia de covid-19 já havia matado 30 pessoas no Brasil, com base nos dados oficiais divulgados na época, o portal teve um vídeo retirado do ar pelo YouTube em que Olavo afirmava que “não tem um único caso confirmado de morte por coronavírus. Essa epidemia simplesmente não existe.” De linha editorial pró-Governo, o site endossa a narrativa bolsonarista e insiste em relativizar as mortes pela doença. Na semana passada, repercutiu a interpretação deturpada do tabloide sensacionalista Daily Mail a respeito de um relatório do Governo britânico, também difundida pelo presidente Jair Bolsonaro, sugerindo que o confinamento teria matado duas de cada três pessoas que morreram por coronavírus —na verdade, o levantamento ressalta que as medidas de isolamento social no Reino Unido salvaram mais de meio milhão de vidas.

No início de junho, o Sleeping Giants iniciou uma campanha para desmonetizar o Brasil Sem Medo por “utilizar constantemente notícias falsas, discursos odiosos e teorias conspiratórias”, além de “promover o ‘anticientificismo’ em plena crise de saúde pública”. Não bastasse a cobrança aos anunciantes pela retirada de propaganda automática, o perfil adotou a estratégia de “ir direto na fonte” ao alvejar empresas fornecedoras da tecnologia de pagamentos ao site, que cobra 290 reais pelo plano de assinatura anual. Em um primeiro momento, a Hotmart, utilizada como sistema de venda online das assinaturas, hesitou em parar de prestar o serviço ao portal. “Não somos a instância julgadora de fake news da Internet”, justificou em nota João Pedro Resende, CEO da empresa.

Já em 7 de julho, a Hotmart divulgou comunicado informando sobre a decisão de descontinuar o oferecimento de sua tecnologia à categoria de produtos jornalísticos e periódicos de cunho político, “independentemente da ideologia”. A empresa prometeu informar aos clientes afetados e interromper as vendas em no máximo 30 dias. Porém, o Brasil Sem Medo seguiu utilizando até a semana passada o sistema —já bloqueado pela Hotmart— para a comercialização de assinaturas, que, segundo cálculos do Sleeping Giants, rendem aproximadamente 236.000 reais por mês ao portal. O novo sistema operado pelo site não identifica o provedor do serviço.

Outra tática de desmonetização da máquina olavista empregada pelo Sleeping Giants foi expor PayPal e PagSeguro, plataformas que promovem a venda dos cursos online de Olavo de Carvalho e arrecadam doações para o ideólogo bolsonarista. Após mais de um mês de reivindicações pela interrupção do serviço, a norte-americana PayPal bloqueou a conta de arrecadação de Olavo, reiterando “o compromisso de revisar diligentemente qualquer usuário que não se enquadre nas políticas de uso”. Por outro lado, a brasileira PagSeguro, pertencente ao grupo UOL, resiste em suspender as transações eletrônicas remetidas ao filósofo, ainda que o Sleeping Giants sinalize violação dos termos de uso da plataforma por parte do usuário, como “propagar mensagem ou material que incite à violência ou ao ódio”.

“Reforçamos nosso compromisso transparente e ético em não compactuar com a disseminação de ódio, fake news ou qualquer tipo de discriminação”, manifesta o PagSeguro ao dizer que há impedimento legal para bloquear Olavo. “Por lei, instituições de pagamentos devem garantir acesso não discriminatório aos seus serviços e liberdade de escolha dos usuários finais.” Para uma corrente de especialistas em direito comercial, entretanto, empresas não atentam contra a Constituição ao deixar de prestar serviço a propagadores de notícias falsas. “Isso pode ser entendido como uma forma de compliance empresarial para observância de política corporativa de respeito aos direitos humanos”, argumentou Vladimir Aras, mestre em direito público e procurador do Ministério Público Federal (MPF).

Indignado com o bloqueio do PayPal, Olavo de Carvalho chama de “censura do comunismo” a campanha para desidratar o financiamento do site. “Usam a palavra desinformação para designar qualquer erro acidental ou imprecisão”, disse o filósofo em uma live do Brasil Sem Medo. “Não mostraram nenhuma fake news minha.” Em sua pregação contra ideais progressistas aos quais se refere como “doutrinação comunista”, Olavo já associou a pedofilia ao “movimento gay” e, recentemente, rogou pena de morte ao ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo inquérito das fake news no STF que mira influenciadores e parlamentares bolsonaristas.

De acordo com o último balanço do Sleeping Giants, mais de 270 empresas atenderam à solicitação para bloquear a monetização em mídia programática, sistema de anúncios automáticos do Google, no site Brasil Sem Medo. Em três meses de atuação, a versão brasileira do movimento calcula ter ajudado a desmonetizar cerca de 1 milhão de reais de páginas e canais ligados à extrema direita, incluindo campanhas de crowdfunding (financiamento coletivo) paralisadas por plataformas que aderiram aos apelos do perfil. “Temos muito a agradecer a todos os seguidores que se engajam diariamente em nossa luta, cobrando das empresas a responsabilidade social em prol de um país livre de fake news”, afirma o administrador da conta brasileira, que mantém anonimato por questões de segurança, ao celebrar os resultados obtidos pelo movimento em menos de 100 dias de operação no país.

Inquérito da PF

Antes do Brasil Sem Medo, o Sleeping Giants mirou o Jornal da Cidade Online (JCO) e o Conexão Política, ambos com linha editorial bolsonarista e histórico de propagação de fake news. Primeiro alvo da ofensiva antiextremismo, o JCO também perdeu mais de 200 anunciantes, mas, após passar dois meses desmonetizado, voltou a veicular anúncios por meio de plataformas alternativas de mídia, como o programa de afiliados da Bet365, empresa de apostas britânica. O site ainda é irrigado por propagandas automáticas em sua página no Facebook.

Para manter contribuições e escapar do cerco digital, sobretudo no sistema do Google, ativistas digitais associados ao bolsonarismo têm recorrido a outras formas de financiamento. Entre as opções testadas está o uso de bitcoins ou até mesmo de plataformas de financiamento coletivo menos conhecidas, como a recém-lançada Thinkspot, voltada à monetização de conteúdos ultraconservadores. Por causa da debandada de anunciantes em sites alinhados à extrema direita, a cruzada do Sleeping Giants despertou reação de apoiadores e integrantes do Governo Bolsonaro, que passaram a levantar campanhas pregando boicote às empresas que vetam anúncios nas páginas de seus aliados. Um estudo elaborado pelo Netlab, laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que pesquisa interações em redes sociais, identificou que 30% dos perfis que subiram hashtags contra marcas no Twitter eram operados por robôs.

Jornal da Cidade Online recorre a novo sistema de anúncios após bloqueios no Google.

O contragolpe não se limita ao ambiente digital. Segundo o The Intercept Brasil, a Polícia Federal de Londrina tentou investigar o perfil, em maio, por meio de um inquérito que terminou arquivado por pedido do MPF e decisão da Justiça. “A informação de que há sites propagadores de fake news causou extremo desgaste e inconformismo à toda população, inclusive a que vive em Londrina”, diz trecho do inquérito agora arquivado. O EL PAÍS questionou a PF sobre o inquérito, mas não havia obtido resposta até a publicação desta reportagem. O administrador do perfil do Sleeping Giants tampouco havia respondido aos questionamentos do jornal a respeito.

Fazendo coro aos filhos do presidente, o secretário de Comunicação do Planalto, Fabio Wajngarten, assegurou publicamente que iria contornar a situação a favor dos “veículos independentes” após o Banco do Brasil restringir anúncios no Jornal da Cidade Online em resposta ao Sleeping Giants. A possível interferência no órgão gerou ações no MPF e no Tribunal de Contas da União (TCU), que, no fim de maio, determinou a suspensão de campanhas digitais do banco em sites, blogs e redes sociais reconhecidos por disseminar notícias falsas. Relatório da CPMI das Fake News aponta que páginas apoiadoras do Governo já veicularam aproximadamente 2 milhões de anúncios pagos com verbas da Secom. A pasta explica que apenas contratou o serviço de mídia programática do Google, negando ter feito direcionamento específico a sites bolsonaristas.

Em nota enviada à reportagem, o porta-voz do Google informa que a empresa removeu anúncios, entre abril e junho deste ano, de mais de 600.000 páginas e 16.000 domínios no país por violação de suas políticas, que foram atualizadas em março para evitar a monetização de sites e canais com informações sobre a pandemia de covid-19 que contradizem o consenso científico. Recentemente, o TCU recomendou que o Governo suspendesse contratos com o Google para evitar a veiculação de propaganda estatal em páginas impróprias. A plataforma mantém contatos com o tribunal a fim de esclarecer o funcionamento do sistema de mídia programática, “incluindo opções de configurações e controles colocados à disposição dos anunciantes ou de seus representantes (como agências de publicidade)”, pontua o Google.

Com mais de 380.000 seguidores no Twitter, o Sleeping Giants Brasil já tem alcance maior que a matriz norte-americana, que foi tema de reportagem do EL PAÍS que inspirou o movimento brasileiro. Além do foco na desmonetização dos três sites, o perfil acumula trunfos pontuais, como a derrubada de uma campanha de financiamento dos 300 do Brasil, descrita pelo Ministério Público como “milícia armada”, e a investida contra o Xbox Mil Grau. O canal de gamers notórios por falas racistas, sexistas e homofóbicas acabou derrubado devido à mobilização em torno do YouTube e anunciantes. “Uma luta coletiva que deu resultados”, comemorou o perfil.

 

terça-feira, 15 de junho de 2010

OSHO: My Way Of Life is Not Philosophy





Retirei o vídeo que se segue do excepcional Blog Dharmalight, que recomendo fortemente àqueles que se interessam por não-dualidade.





quarta-feira, 24 de março de 2010

O fim do site Rizoma.net


É uma pena, mas somente hoje percebi que o site Rizoma.net saiu do ar.

Anárquico, vanguardista, provocador, inteligente. O Rizoma foi um marco na cibercultura, divulgando, produzindo ou traduzindo textos, entrevistas, matérias e reflexões libertárias e extremamente inovadoras.

Transgressor e sofisticado, inimigo da vulgaridade e do neo-fascismo jeca que assola o momentum pos-moderno, o Rizoma trafegava/traficava tranquilamente nas fronteiras da arte, filosofia, antropologia, psicanálise ou qualquer outra manifestação da vida, sempre em busca de novos paradigmas, rompendo limites.

No Rizoma pude ler e conhecer mais um pouco do Situacionismo ou das vanguardas punks ou ciber-punks, ou do pensamento anarquista-místico de Hakim Bey, só para ficar nos exemplos mais conhecidos.

Desde o falecimento de seu criador, Ricardo Rosas, o Rizoma vinha passando por mudanças.

No entanto, seu acervo não se perdeu. Parece que o pessoal que continuou a obra do Ricardo está disponibilizando acesso livre, para download, de todo o precioso material publicado.

Altamente recomendado para todos aqueles que se interessam por arte, vanguardas, filosofia, antropologia, anarquismo....

Confira nos links abaixo:




Nota: mudei o endereçamento do link do Rizoma, na figura dos sites recomendados aqui do Blog, remetendo diretamente para o link acima.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Site: The Kassandra Project


Em 30 de Novembro de 2007, uma interessante página apareceu na Blogosfera. Trata-se do "Kassandra Project: freedom against disinformation". Uma página dedicada à liberdade, aos direitos civis à denúncia do controle e manipulação de informações - cujo crescimento assustador temos assistido em todo o mundo, sobretudo nos EUA.

Conta também com uma espécie de "TV" - pois o Kassandra Project veicula vídeos acessáveis no YouTube. (Endereço: http://kassandraproject.wordpress.com/kassandras-tv/).



Vai aqui uma amostra do conteúdo do site (tradução livre):


"

Big Brother” Presidential Directive: “Biometrics for Identification and Screening to Enhance National Security
” - matéria publicada em 13/06/2008




"A mais recente medida emanada da administração Bush - sem virtualmente ter contado com qualquer cobertura da imprensa - é a NSPD 59 (HSPD 24), entitulada 'Biometrias para Identificação e Filmagem com vistas à Melhoria da Segurança Nacional'.

A NSPD se coloca diretamente contra os cidadãs americanos.

Foi adotada sem debate público ou aprovação do Congresso. Seus relevantes procedimentos têm enormes implicações.

A NSPD59 vai bem além da questão da identificação biométrica, pois recomenda a coleta e armazenamento de informações "biográficas relacionadas", significando informações sobre vidas privadas de cidadãos americanos, nos mínimos detalhes, as quais serão "efetuadas dentro da lei":



"O banco de dados contextual que acompanha o banco biométrico inclui informações sobre data e local de nascimento, nacionalidade, endereço atual e histórico de endereços, emprego atual e histórico de empregos, números de telefones atuais e seu histórico, utilização dos serviçoes públicos, impostos e taxas. Outro banco de dados contextual pode incluir contas bancárias, histórico do cartão de crédito, além dos arquivos criminais a nível local, estadual e federal. O banco de dados também poderia incluir os julgamentos e outros registros públicos envolvendo disputas legais, custódias de crianças, registros de casamento e divórcio."


A diretiva utiliza o 11 de setembro como uma justificação global para promover uma caça às bruchas contra a dissenção dos cidadãos, estabelecendo ao mesmo tempo uma atmosfera de medo e intimidação em todo o País.

A medida também clama pela integração de vários bancos de dados, como também a cooperação entre órgãos, vislumbrando como objetivo final a centralização de informações sobre cidadãos americanos."









segunda-feira, 21 de julho de 2008

Site: Polar Inertia


Um site bem interessante. É uma espécie de guia visual das manifestações residuais que a vanguarda pós-moderna deixou para trás em todo o mundo. Sem descuidar do texto, essa revista fotográfica contem matérias sobre diferentes "zonas de fronteiras", liminaridades coletivas. Há, por exemplo, matérias sobre uma "cidade nômade" espanhola, ou sobre bases secretas norte-americanas, sobre grafites em zonas de guerra, bunkers abandonados e reaproveitados e diversas outras instalações e manifestações urbanas, antigas ou ultra-modernas.
Uma espécie de coleção fotográfica do delírio paraníoco-consumista pós-moderno.


Merece uma visita o Arquivo da Revista em: http://www.polarinertia.com/archives.htm.



Endereço do site: http://www.polarinertia.com/

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Blog Subtopia

Trata-se de um Blog pesado, com conteúdo forte. Um guia-denúncia sobre as diversas co-ações, de caráter fascista, que vêm sendo perpetradas ao redor do mundo.


Por ele, ficamos sabendo, por exemplo, que a Austrália transformou a Ilha Natal (Christmas Island) em uma mega-prisão destinada a encarcerar eventuais imigrantes oriundos principalmente da Indonésia. E, não apenas isso, que supostos agentes australianos invadem o território indonésio para praticar ações de sabotagem contra embarcações que possam ser eventualmente utilizadas para esse fim.


A esse respeito, segue abaixo um pequeno trecho dessa matéria (tradução livre):

"Enquanto a mídia e os céticos ficam dando voltas em torno do novo documentário de James Cameron sobre a possível descoberta do túmulo de Jesus de Nazaré, fui dar uma olhada em uma instalação de detenção em massa que está sendo erguida na Ilha Natal, bem na costa da Austrália.

(...)


"Desde 2005, o Departamento de Imigração da Austrália vem construindo um “Centro de Recepção e Processamento de Imigração”.

"A 2.400 KM de Perth, 360 KM de Jakarta e apenas 2000 KM de Darwin, este complexo prisional fica na extremidade da ilha, que é uma estreita faixa de 24 KM de comprimento por 7 KM de largura.

"Tenha em mente que sob as leis Australianas, é possível internar pessoas extra-judicialmente (sem julgamento ou condenação) e, desde 2004, fazê-lo indefinidamente.

"Detenção por imigração é, assim, uma questão meramente administrativa. Então, o que exatamente eles estão construindo ali ? (...) Trata-se de uma prisão “paraíso-tropical” de $ 396 milhões. Isso mesmo. Para aquilo que, segundo o governo, se destina a deter a imigração ilegal, é um complexo prisional “state of the art” de 800 lugares, com cercas elétricas, detectores de movimento, centenas de câmeras de vigilância e microfones ocultos nas árvores.

Ilha Natal / Christmas Island - vista por satélite


"O campo na Ilha Natal possui um sistema de TV a cabo ligado a uma sala de controle remoto para que os guardas em Canberra possam assistir aos detentos 24 hs. por dia. “Os detentos vestirão ID eletrônicos ou cartões, identificando-os onde quer que eles estejam.(...)"
"Além disso, para desenvolver esta ilha offshore-barreira contra a imigração, o governo australiano lançou seu navio de patrulha costeira, o Triton, apelidado de navio-prisão por seus críticos. Este "trimaran" de 98 metros tem a reputação de ser capaz de deter 30 pessoas por mais de um mês a bordo e é armado com duas metralhadoras."

Navio Triton


(Fonte e texto original completo em inglês em: http://subtopia.blogspot.com/2007/02/doing-time-on-christmas-island.html)

No Blog, há ainda interessantíssimas postagens acerca das muralhas que vêm sendo erguidas ao longo de diversas fronteiras ao redor do mundo - uma espécie de "Nova Idade Média" sem os laços de proteção religiosos e tradicionais daquele período - além, é claro, de instrutivas matérias sobre o exército privado que vem "administrando" o Iraque ocupado ("Blakwater"), como protótipo do novo modelo de guerra privada do século XXI.

Endereço do Blog: http://subtopia.blogspot.com/ (também ascessível pelo link "Sites Recomendados" ao lado).